09 Novembro 2009

o espaço indefinido

a meio de arrumar coisas (e vida) dou comigo a reler a candidatura ao Cinemarchitecture, há cerca de ano e meio. é simpática, e um bom pretexto para saciar a minha saudade de 'postar' qualquer coisa. sobre o espaço indefinido, pois claro...



arquitectura + cinema?

Os pontos de convergência entre cinema e arquitectura não são claros, nem estáveis, e é justamente a exploração deste ‘espaço indefinido’ que pode ser benéfica para ambas as artes. Enquanto futuro arquitecto, vejo o cinema como uma plataforma única de experimentação de ideias, sensações, perspectivas. A arquitectura é o lugar (definido/indefinido) onde estas acontecem.

Poderíamos dizer que o cinema coloca sistematicamente a arquitectura à prova, nas suas múltiplas possibilidades de interpretação, uso, criação. Como plataforma infinita de utilização do espaço físico existente e de criação de cenários virtuais ou imaginários (possíveis noutro contexto espácio-temporal), o cinema permite a superação da condição física da arquitectura.

O ‘utilizador’ de cinema revive a sua condição permanente de ‘utilizador’ de arquitectura sob variadíssimas formas. Como ‘utilizador’, vejo o cinema como um complemento (uma extensão) da experiência arquitectónica; como arquitecto, um meio de enriquecimento e fundamentação do processo criativo.

(...) joão pontes . 6º ano . faup


Anexo 1 .

Imagens de filmes estudados

cadeira . Formas, Técnicas e Géneros do cinema

docente . Marco Müller

tema . O film noir


Touch of Evil . 1958 . Orson Welles

The long Goodbye . 1974 . Robert Altman


Anexo 2 .

Imagens produzidas para a cadeira de projecto

Atelier Peter Zumthor . I sem. 06|07

Construir ao longo do Reno _ masterplan . Basileia . Suíça




Anexo 3 .

Imagens produzidas para a cadeira de projecto

Atelier Miller & Maranta . II sem. 06|07

Escola de Improvisação Musical . Basileia . Suíça



24 Outubro 2009

cinema paraiso

um clássico obrigatório para quem gosta de cinema...

Cinema Paradiso . Giuseppe Tornatore . 1988

20 Outubro 2009

olá chuva



bj thomas . raindrops keep fallin on my head

15 Outubro 2009

foi mesmo desta

entre estruturas, terminologias, pressupostos.. está feito!
está mesmo feito!..

mais do que um produto final conta um percurso, afinal vai ser esse que me vai acompanhar daqui para a frente, e dificilmente uma nota ou um objecto...

e soube bem estar entre amigos,
ter a honra de ser acarinhado por capas amigas no momento da saída.

obrigado malta, soube bem ter-vos por lá.

end | beginning

07 Outubro 2009

14.10.2009 . 16.00 . Sala Plana

não há por onde escapar!

[afinal até há: foi adiada para 15.10.2009, às 11.00]

05 Outubro 2009

8 e meio


Um realizador perdido no mundo do seu filme.

É surpreendente a multiplicidade de vozes, a divagação constante, a alienação, o desconcerto... tudo para criar um mundo surreal, contínuo, imparável, incontrolável. Não param as ideias, quer-se tudo, não se fazem opções. O filme é o filme que retrata. Uma obra de arte única, para ser interpretada, talvez, mas nunca compreendida, dificilmente definível.

Como são estranhos os filmes de Fellini.

(e o nome? não percebi!)

8 & Mezzo . 1963 . Federico Fellini


30 Setembro 2009

done.


tá feito e eu gosto.
... não há hipótese, vou ter mesmo que acabar o curso!

22 Setembro 2009

not yet

ainda não, mas quase.

08 Setembro 2009

# 25

21 Agosto 2009

done for now

(vou imprimir um protótipo)

Não importa. Tenta outra vez.
Falha outra vez. Falha melhor.

Samuel Becket